Encontra-se já disponível o primeiro volume da nova e absolutamente brilhante revista humorística a "Moda Foca". trata-se de uma "Revista humorística e blog de Banda Desenhada, cartoon, ilustração, notícias absurdas e mais umas coisas".
"Let me take you on a trip, around the world and back you won't have to move, you just sit still"
Encontra-se já disponível o primeiro volume da nova e absolutamente brilhante revista humorística a "Moda Foca". trata-se de uma "Revista humorística e blog de Banda Desenhada, cartoon, ilustração, notícias absurdas e mais umas coisas".
"São uma banda nova. Com um som novo. E editam em 2 de Março o seu álbum de estreia, homónimo. Chamam-se Neruda, são de Lisboa e, como se pode compreender facilmente quando se assume um nome como este, a poesia tem a máxima importância no seu trabalho. E, tal como em Neruda, nos Neruda podem encontrar-se muitos poemas de amor. «Vinho do Teu Corpo», que já está a rodar nas melhores rádios, é o primeiro single retirado do álbum.
"A Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, começou a funcionar em 1908, com a denominação oficial de Fábrica de Projecteis de Artilharia, fabricando essencialmente munições de Artilharia e estando dependente do Arsenal do Exército. Com a extinção posterior do Arsenal do Exército, a fábrica tornou-se um estabelecimento independente dentro do Ministério de Guerra".
No passado sábado passei por lá, e é, sem dúvida, um local a visitar mais vezes. A noite começou ao som da MPB e Bossa Nova, numa viagem conduzida pelo inigualável Luiz Caracol e os seus inseparáveis companheiros, os Vira Lata. A escolha do reportório, foi como sempre brilhante: de Tom Jobim a Ivan Lins, de Lenine a Seu Jorge, de Gilberto Gil a Djavan... A sala estava repleta e imaginem a cena: estantes com livros por todo o espaço, ao fundo um palco improvisado e no meio, as mesas e as cadeiras onde está o público.
Estou prestes a ficar com uma psicose por causa deste tempo. A chuva incessante dá-me cabo dos nervos! Já não suporto ouvir as previsões meteorológicas. Eu sei que estamos no Inverno, e que é normal que o tempo esteja frio e chuvoso, mas isto também já é demais!
Assisti ontem, no Teatro Taborda, a mais uma brilhante peça acolhida pela Companhia Teatro da Garagem, no seu ciclo "Try better, Fail better". "Profundo Mar Azul", de John Patrick Shanley, fala-nos de um encontro entre dois seres sem rumo, á beira do abismo, que carregam o peso das suas vidas vazias e sem sentido.
Reencontrei-me este fim-de-semana com imenso prazer, com um livro antigo chamado "Cartas do meu Moínho". Estava esquecido no fundo de uma caixa cheia de recordações antigas, entre cartas de amigos e o meu antigo diário de adolescente. Foi-me oferecido quando eu tinha 12 ou 13 anos, e fiquei imediatamente presa a ele e ás belas histórias que contava. Trata-se do relato de um poeta durante a sua estadia num velho Moínho abandonado, em França, na região da Provença. Lembro-me claramente, que foi quando acabei de lê-lo, que decidi que um dia, também haveria de escrever um livro assim, cheio de imagens belas e de palavras coloridas, que nos fazem sonhar e viajar para terras longíquas.* Imagem retirada da Internet