sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O melhor vídeo de Natal de 2008 (ou mesmo de sempre)





Depois disto, não mais nada a dizer, a não ser FELIZ NATAL!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Lusitanian Metal

Eis que, passados 15 anos de carreira (sólida e brilhante, diga-se de passagem), surge finalmente o 1º DVD dos Moonspell "Lusitanian Metal", e ainda bem porque os fãs já mereciam!
Trata-se de uma retrospectiva do trabalho da banda desde 1994, sob a direcção da Century Media, com entrevistas exclusivas, concertos, e todos os videos da banda desde "Opium" até "Everything Invaded". Certamente um excelente documento sobre o nascimento e evolução da banda até atingirem o nível de uma das mais internacionais bandas portuguesas.
Absolutamente imperdível! Um belo presente de Natal (eu ainda não comprei, por isso quem me quiser oferecer, eu agradeço)!


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O Corpo da Mentira

Tive a oportunidade de ir ver no fim-de-semana o novo filme de Ridley Scott, "Body of Lies" - O Corpo da Mentira", excelente filme com dois dos meus actores de eleição: Russell Crowe e Leonardo di Caprio, em mais duas interpretações geniais.
O filme faz um retrato do trabalho dos operacionais da CIA no cenário da guerra no Médio Oriente e questiona de forma brilhante e um tanto ou quanto cínica, a nossa forma de olhar para os heróis e para os vilões, num mundo onde a verdade e a mentira assumem novos contornos.

Definitivamente, um filme a não perder!

Sinopse:
"Leonardo DiCaprio, o vértice principal do filme, é aqui Roger Ferris, um operacional da CIA a trabalhar na área sob disfarce. A sua missão é tentar apanhar o chefe de uma poderosa organização terrorista, obviamente não nomeada como tal no filme, mas construída à imagem da al-Qaeda. O plano de Ferris é inventar uma organização terrorista rival, criar um chefe fictício e assim conseguir que Al Saleem, o Osama bin Laden do filme de Ridley Scott, saia do seu esconderijo, propiciando a sua captura. Por seu turno, Russell Crowe é o homem que, desde território norte-americano, comanda efectivamente as operações de Ferris.
Na realidade, o que o filme põe em causa, como acontece em qualquer "thriller" que se preze, é a veracidade do que vemos. É esta, aliás, uma das armadilhas deste tipo de filmes de acção, ancorados nos cenários de guerra que nos chegam diariamente a casa através dos noticiários televisivos".


* Informação e imagem retirados da Internet

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Alentejo num dia cinzento


Nesse dia, vi o meu pai chorar pela primeira vez. Assim que entrei no quarto, veio-me ao nariz um cheiro intenso a detergente e a desinfectante. As paredes eram amplas, nuas e completamente brancas. O ar estava fresco, demasiado fresco para um quarto que alberga um velho de 93 anos com os pulmões doentes. A meio do quarto uma cama. Uma cama articulada, de lençóis brancos e coberta azul e verde, que destoava um pouco do restante cenário incolor.
Dentro da cama, o meu avô. Deitado de costas, tapado até ao pescoço, fixando o tecto. O rosto estava imóvel, pálido e escanzelado e os olhos, que pareciam muito mais pequenos do que eu tinha na memória, estavam baços e pareciam sonhar.
A princípio, não se apercebe da nossa chegada. Depois, reage ao barulho dos nossos passos e ás vozes que chamam o seu nome. Mas não fala. Apenas emite sons cavos e imperceptíveis. Agita-se debaixo dos cobertores, respira com dificuldade, gira os olhos nas órbitas cansadas. Penso que é a sua maneira de nos dar as boas vindas, de dizer que nos reconhece e que gosta de nos ver.
Ninguém esperava vê-lo assim. Todos sabiam que não estava bem, mas todos ficaram chocados ao vê-lo: um corpo imóvel, dentro de uma cama branca, no meio de paredes brancas e frias. Uma antevisão da morte, sem dúvida.
Nestes momentos, ninguém encontra as palavras certas. Ninguém sabe o que dizer. Mas o silêncio é demasiado duro, quando estamos á volta de uma cama numa Casa de Repouso e nessa cama está um ente querido. Nesses momentos, o silêncio é insuportável.
Alguém olha pela janela e comenta que o mais certo é começar a chover em breve. O dia está cinzento lá fora e o mundo avança, na sua marcha regular, enquanto dentro do quarto o tempo parou. Dentro do quarto o tempo é estático, branco e frio. Alguém sai para ir fumar um cigarro ou ir á casa de banho, num barulho de passos arrastados e portas que batem com estrondo.
Depois chegam mais pessoas. Três filhos, uma nora, quatro netos. O quarto cheio de visitas. Contam-se histórias de antigamente, aventuras da infância, e todos riem, porque importa desanuviar um pouco o ambiente, e, a bem da verdade, as histórias têm mesmo graça. Rir é sempre melhor que chorar e a hora da visita está rapidamente a chegar ao fim.
Tudo mudou para mim, no momento em que ouvi o meu pai soluçar. Estava de costas para nós, o rosto encostado á janela, as mãos abafando os sons da tristeza. Nada podia voltar a ser o mesmo, depois desse choro profundo, depois desse dia cinzento.

01/11/2008
À memória de Leonel Gonçalves (1916-2008)

*Foto retirada da Internet

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Casa Pia




Um dos muitos brilhantes sketches dos "Contemporâneos" e um super inteligente e divertido resumo do Processo Casa Pia, que de facto já dava um filme (só não sei se trágico, cómico ou de terror).
Simplesmente genial!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Em Chamas

Tive a oportunidade de ir ver ontem a peça de teatro "Em Chamas" ao Teatro da Comuna, e devo dizer que há muito tempo não via uma peça de teatro tão brilhante como esta.

Trata-se de uma encenação de Rui Luis Brás, responsável pelo grupo "Teatroesfera", sobre uma obra de Charlotte Jones, que nos leva numa viagem por duas épocas distintas, onde várias personagens ligadas por laços de sangue, se cruzam e se movimentam. Uma viagem entre o passado e o presente, pelos sentimentos de alegria, dor, frustração, culpa e remorso.

Fiquei fascinada com o cenário - aquilo que a principio parece uma caixa de madeira completamente fechada, abre-se e vai-se transformando nos vários locais e momentos da história: um apartamento na cidade, uma casa do principio do século XX, uma feira campestre, um lar de idosos, um bar, um restaurante... simplesmente brilhante!

Brilhantes também as interpretações de Manoela Amaral, Paula Sousa, João Craveiro, Peter Michael, Suzana Farrajota e Teresa Faria.

Um trabalho genial, uma história emocionante, que nos leva do riso às lágrimas! Saí de lá com a Alma completamente cheia! E estava mesmo a precisar...


"Tudo começa com uma caixa. E uma rapariga a escutar paredes, até ser interrompida por um galifão que a tenta engatar. Desejos e segredos escondidos, um pouco de transtorno mental, libido a despertar, adivinha-se. Vai-se a ver e há outras mulheres, outros homens, outros sentimentos, muitos padecimentos, uns quantos mal-entendidos. Até épocas diferentes para as duas histórias idênticas de Em Chamas seguirem em paralelo e desencadearem a tragédia. O entrecho anda entre 1908 e 2008 para chegar a uma mesma conclusão: as mulheres estão lixadas."

Rui Monteiro, Junho 2008

* Foto e texto retirados da Internet

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Inspirado nos Moonspell


Foi realizado no principio de Outubro na Amadora um concurso de desenho nas instituições que apoiam população deficiente, cujo tema era "Um olhar sobre a Amadora". A ideia era que os trabalhos realizados fossem expostos e votados e o desenho vencedor seria estampado numa mochila.

Fiquei absolutamente surpreendida e feliz quando no meio dos desenhos, encontro esta obra prima, dedicada aos Moonspell. Apesar de não ter ganho o concurso, está mesmo espectacular!

Não resisti a tirar uma foto e a fazer este post.

Palavras p'ra quê? São artistas portugueses!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

METROPOLIS


Para quem já tinha saudades dos bares e discotecas de Rock em Lisboa, surge agora uma bela alternativa: o METROPOLIS Club.

Situado na Av. Fontes Pereira de Melo (C.C. Imaviz ao Saldanha), trata-se de um espaço bastante interessante, a fazer lembrar locais de referência já desaparecidos, como o Rockline ou o Limbo. Ali podemos ouvir vários estilos musicais como Gótico, Metal, Darkwave, Alternativo, New Wave e 80's.

No passado Sábado, prestava-se exactamente tributo ao Rockline, tendo o DJ de serviço feito a festa com êxitos rock, metal e grunge - de Marylin Manson a Offspring, passando por Green Day e System of a Down.

Apesar de não ter ficado até ao fim, devo dizer que gostei. Vive-se um belo ambiente e já fazia falta um espaço dedicado á cena Rock e Metal.

Um sítio a visitar mais vezes!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Zé Carlos

Apesar de ser grande fã dos Gato Fedorento, achei o novo programa "Zé Carlos", bastante fraquinho. Confesso que estava á espera de algo novo, diferente do que fizeram na RTP. E afinal é basicamente a mesma coisa. Definitivamente, este não é o formato que melhor se adequa ao talento do quarteto.
No entanto, achei duas coisas brilhantes: o genérico do programa (muito bom!) e o momento musical da semana passada da banda Rusticos pelo Epicurismo.
P'ra quem não viu, aqui ficam os vídeos.


Genérico




Rústicos pelo Epicurismo

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

..."Meu Badocha"...




Dos melhores sketches do Gato Fedorento, quando ainda não eram mainstream, e apenas meia dúzia de cromos assitiam ao programa!

Muito bom!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Thank you for the Music...


É incrível o poder da música. Dei comigo ontem a pensar nisso, mais uma vez (este é um tema recorrente na minha vida), a propósito de uma peça de teatro que fui ver ao Teatro Taborda, ali na Costa do Castelo. A peça, encenada pelo Teatro da Garagem, chama-se "Entre o dia e a noite", é da autoria de Adriana Aboím, e coloca em palco 2 actores (a própria Adriana Aboím e Pedro Carmo) e dois músicos (um pianista e uma violoncelista) em constante díalogo e interacção entre si. Os actores degladiam-se a propósito de um amor do passado que foi interrompido bruscamente e que volta 15 anos depois, sem nenhum motivo aparente, e os músicos acompanham esta viagem, umas vezes em monólogo outras em dialogo. E quando ninguém fala, há apenas música. Achei mesmo muito interessante este conceito de teatro com banda sonora ao vivo. Resulta na perfeição.


Há momentos que têm obrigatoriamente de ter uma banda sonora. É como aqueles dias em que chego a casa tão cansada que só me apetece ouvir Luiz e a Lata ou o Michael Bublé para relaxar, ou quando estou tão stressada que vou a correr pôr aquele DVD ao vivo de 1993 dos Depeche Mode, ou então correu-me tão mal o dia que tenho de ir com urgência ver o concerto da tournée do "Sign O' the times" do Prince, porque fico logo muito mais bem disposta. E há também aqueles dias em preciso mesmo de chorar e então, ouço vezes sem conta a banda sonora do Moulin Rouge (é tão lindo!!!), e naqueles momentos em que preciso descarregar a raiva, as únicas opções são Metallica ou Moonspell.


É incrivel o poder da música. Nem consigo imaginar o mundo sem ela.
* Imagem retirada da Internet

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Vai mas é trabalhar...


Absolutamente genial, este Nuno Lopes! De ir ás lágrimas...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Mortallica@Hard Rock Café


A propósito do lançamento do novo álbum dos Metallica, tive a oportunidade de assistir ontem, no Hard Rock Café, ao concerto dos Mortallica, banda de tributo única em Portugal, e que muito me surpreendeu. De facto, é preciso ter alguma coragem para subir a um palco e por-se a tocar músicas dos mestres como "One", "Harvester of Sorrow", "The memory remains" ou mesmo a novíssima "The day that never comes", com tanta qualidade, dignidade e energia.

O Hard Rock estava cheio, o que prejudicou em muito a minha visão do concerto (ninguém me mandou chegar tarde), mas mesmo assim, valeu a pena. O público vibrou, cantou e fez uns belos moshes, o que é sempre um bom sinal nestas situações.
Experiência a repetir certamente e em breve.
Mas já podem voltar os Metallica!
* Foto retirada da Internet

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

ABBA para sempre!


Aproveito para falar sobre o filme sensação do momento: "Mamma Mia!", musical protagonizado por Meryl Streep, Pierce Brosnan e Colin Firth, com banda sonora de uma das maiores e mais bem sucedidas bandas de sempre: os ABBA. Oportunidade para revisitar temas incontornáveis como: "Dancing Queen", "Chiquitita", "Does your mother know", "The winner takes it all", "Take a chance on me", "Voulez-Vouz", "Waterloo", entre tantos outros.

É de facto, um filme a não perder. Leve, descontraído e muito divertido, é daqueles que nos deixa mesmo bem dispostos e nos faz esquecer que tivemos um dia menos bom. Aliás, a certa altura, podemos ouvir toda a gente no cinema a cantar as músicas juntamente com os actores, a dançar nas cadeiras e a aplaudir... Eu fui uma dessas pessoas (experiência absolutamente inédita estar no cinema a cantar como se de um concerto se tratasse!).

Para mim é impossível não dançar e cantar ao som dos ABBA, porque eu cresci a ouvi-los. Eu e o meu pai (grande responsável pela minha paixão pela música), passávamos as tardes de domingo agarrados ao gira-discos, a ouvir todo o tipo de música, e os ABBA eram obrigatórios, assim como os Bee Gees e as grandes estrelas da música portuguesa, italiana, espanhola e francesa, como eram oJosé Cid, Toto Cotugno, o Juan Pardo e a Silvie Vartan. Belos tempos!

Quanto ao desempenho vocal dos actores, temos uma Meryl Streep que dá muito bem conta do recado, em contraste com um Pierce Brosnan que não canta grande coisa, mas que compensa largamente em charme! O Sr. continua irresístivel!

Vale mesmo a pena ver!


* Foto e vídeo retirados da Internet

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Luiz e a Lata "9" - Parte II

Apenas 3 palavras para os Luiz e a Lata: Inspiração, talento e genialidade!
Um novo álbum acabadinho de sair, e tendo estado presente (com muito prazer e orgulho) no lançamento da obra, parece-me cada vez mais claro que se trata de uma das mais promissoras bandas do panorama nacional, que nos encanta a todos de forma irresistível!
Para quem acompanha a carreira dos Luiz e a Lata, percebe-se um enorme crescimento e maturidade desde o primeiro trabalho, sendo neste momento um colectivo absolutamente sólido e coerente e com uma qualidade, que nos arrepia sempre e nos enche a alma!
PARABÉNS AMIGOS!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Luiz e a Lata "9"


É já amanhã o lançamento do 2º álbum de originais de uma das mais promissoras bandas portuguesas do momento: Luiz e a Lata. O álbum chama-se "9" e será apresentado publicamente pela primeira vez amanhã, no Cabaret Maxime, pelas 22.00H.

Oportunidade única de partilhar as novas músicas e de congratular o Luiz Caracol, Ivo Costa e restante banda por mais um trabalho genial!

A não perder!
Aqui fica uma pequena amostra.

Palavras Ocas Video
* Foto e vídeo retirado da Internet

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Voltei!

Pois é, de regresso ao trabalho e também aos Blogs (confesso que já estava com saudades disto), apetece-me abrir esta nova temporada, com um breve resumo do que mais me estimulou os sentidos durante este mês que passou (aquilo que obviamente se pode escrever num blog decente como é este... LOL!)
Então foi assim:
Espectáculos/Concertos
- "Sonho de uma Noite de Verão", de William Shakespeare, Teatro Nacional D. Maria II, Iniciativa "Outros Palcos", realizado nos Jardins do Palácio da Independência - Trata-se de uma brilhante encenação do Clássico de Shakespeare, com muita música e humor á mistura. Sem dúvida, uma noite muito bem passada!
- Alliance Fest, Pavilhão dos Lombos, Carcavelos - Apesar da grande expectativa á volta deste Festival, acabou por ser uma grande desilusão, pelo menos no primeiro dia. As duas primeiras bandas (ambas portuguesas) acabaram por não tocar devido a problemas técnicos e logísticos, o que deixou o público bastante insatisfeito. Apesar disso, as bandas que actuaram estiveram bem: 3 Inches of Blood, Exodus, Finntroll (que para mim foram uma agradável surpresa) e os Moonspell, com a qualidade a que já nos habituaram, num alinhamento bastante interessante, um regresso ao passado até ao "Under the Moonspell" e "Wolfheart", sem esquecer o novo "Night Eternal". Nota negativa para a organização do evento.
- Festival dos Oceanos, Craig David, Praça do Comércio - Belo concerto de Craig David, com uma viagem aos maiores êxitos como "Seven Days", "I'm Walking away", ou "Fill me in" ou o mais recente "Let´s Dance". Nota também de destaque para o espectáculo pirotécnico no final do concerto, realmente lindíssimo.
- Festival dos Oceanos, Espectáculo "Nusquam", encenação do Teatro do Mar, Parque das Nações, Pavilhão de Portugal - uma encenação extremamente interessante desta companhia teatral de Sines, onde é retratada a nossa vida quotidiana, através de 4 personagens distintos que se cruzam apenas num momento no tempo, tendo cada um uma história diferente para contar.
Leitura recomendada
- "E se isto é um homem", Primo Levi - Relata a experiência do autor no campo de concentração de Auchwitz, entre 1943 e 1944. Trata-se de um testemunho emocionante sobre a condição humana, sobre os seus limites e os seus insuspeitáveis recursos, sobre o seu inabalável instinto de sobrevivência. Vale mesmo a pena ler.
- "Margarita e o Mestre", Mikhail Bulkagov - o livro foi escrito em 1940 e relata os seguintes factos: o Diabo, disfarçado de mágico, chega com a sua corte á Moscovo dos anos 20 para afirmar os valores do mal autêntico. As peripécias que esse acontecimento desencadeia são absolutamente estonteantes e inesperados. A não perder!
Banda Sonora
- "Once Again", Jonh Legend - Álbum datado de 2006, contém absolutas obras primas como "Save Room", "Stereo", "P.D.A. (we just don't care)" e "Maxine" (música que eu gostava que alguém tivesse escrito para mim).
- "The Black Parade", My Chemical Romance - Álbum de 2006, que muito me impressionou. Para além dos êxitos "Welcome to the Black Parade", "I don't love you" e "Teenagers", destaque para "The Sharpest lives" e "Cancer".
- "Caught in the act", Michael Buble - CD e DVD com a gravação de um espectáculo ao vivo em Los Angeles em 2005. Devo dizer que estou apaixonada pelo Michael Buble... voz perfeita, olhar intenso, postura profissional, humor inabalável e uma apurada escolha de reportório... Genial!
Deixo aqui duas pequenas amostras desse concerto: "Feeling Good" e "Sway". Destaco ainda a música "You don´t know me", que poderia ter sido escrita a pensar em mim, numa fase recente da minha vida (ver o "Letra&Música", está lá o vídeo e respectiva letra).
Enjoy!





quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Encerrado para férias...

Chegou o meu momento de relax... Este blog encontra-se oficialmente encerrado para férias!

Regresso em Setembro...

Fui!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Alliance Fest 2008


Dia 8 de Agosto
Shadowsphere (PT);
Kalashnikov (PT);
3 Inches of Blood (CAN);
Exodus (US);
Finntroll (FIN);
Moonspell (PT).
Dia 9 de Agosto
Echidna (PT);
Blacksunrise (PT);
We are the Damned (PT);
Marduk (SWE);
Anathema (ENG);
Arch Enemy (SWE);


Dois dias de música a não perder!

Para mais informações www.alliancefest.com

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Como era bom ser criança nos anos 80... Parte II

Dando continuidade a um post anterior com algumas recordações de infância, aqui fica mais um belo momento, que me leva à minha pré-adolescência. A série chamava-se "Verão Azul", era espanhola e é sem dúvida, um marco para todos aqueles que eram seus assíduos espectadores (como era o meu caso). Toda a gente sabia assobiar o genérico de cor e não havia nenhuma adolescente que não suspirasse pelo Javi (jovem adolescente louro e com uns olhos azuis de sonho).




Perto da inocência desta série, Os "Morangos com Açucar" são quase pornográficos. Parece-me pertinente dizer que cada geração tem a série juvenil que merece! E não é toda a gente que merece um "Verão Azul".

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O regresso de Heath Ledger

Para todos os fâs do Batman e do Heath Ledger, aconselho o
último filme da saga do Homem Morcego "O Cavaleiro das Trevas".
Depois de vários filmes insonsos e um pouco aborrecidos, eis que voltamos aos verdadeiros filmes dos heróis da banda desenhada, onde realmente se dignifica o papel do Batman. Atrevo-me mesmo a dizer que é quase tão bom como o primeiro filme da saga, realizado em 1989, com Michael Keaton como o super herói, Jack Nicholson como o super vilão Joker e o Prince como o autor de Batdance, uma das melhores bandas sonoras de sempre (na minha modesta opinião, claro).

Coincidência ou não, voltamos a ter Joker como o vilão desta história, e é realmente notável a última interpretação de Heath Ledger. Consegue fazer-nos esquecer da personagem recriada por Jack Nicholson, dando vida a um Joker ainda mais perturbado, alucinado, cruel e implacável. É sem sombra de dúvida, a estrela deste filme.

Quanto á personagem de Batman, apesar de o Christian Bale ser um excelente actor, continuo a achar que não é a melhor escolha para o filme. Claramente não consegue acompanhar os desempenhos de Michael Keaton ou Val Kilmer.

Sinopse:

“Enquanto o playboy Bruce Wayne observa Gotham City de sua nova casa, lá em baixo os cidadãos questionam se a vida deles não seria melhor sem o Batman por perto. Cada vez mais pessoas têm a sensação de que o combate ao crime assumido pelo Homem Morcego tornou os criminosos mais cruéis e violentos. E uma das consequências disso foi a aparição de um novo e terrível inimigo. Anárquico, sem regras e totalmente amoral, O Joker não só aterroriza Gotham City como também desafia os códigos éticos de Batman. Regras que têm impedido o herói mascarado de se tornar um sociopata igual aos seus piores adversários. Mas, desta vez, não será fácil para o Homem Morcego controlar a excessiva raiva e a enorme dor acumuladas em sua vida para não ultrapassar a ténue linha que o transformaria num sombrio justiceiro.”
Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Gary Oldman, Michael Caine, Morgan Freeman e Eric Roberts
* Informações e fotos retiradas da Internet

terça-feira, 22 de julho de 2008

Como era bom ser criança nos anos 80...

Para quem, como eu, passou toda a sua infância durante os belos e inesquecíveis anos 80 (a idade não perdoa) aqui ficam algumas recordações das pérolas da animação que nos prendiam á televisão todos os dias e nos faziam suspirar e sonhar... Belos tempos!

"Vickie o Vicking", o menino guerreiro:
"Candy Candy", a menina triste com olhos de princesa:

"As Misteriosas cidades do Ouro"
e Esteban o Filho do Sol:

"As Aventuras de Tom Sawyer", o menino traquinas mas de bom coração:

CONTINUA...

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Plaguita@Wallstreet

No passado Sábado foi tempo de rever mais uma banda que já não via há muitos meses - os Plaguita.

Encontrar as palavras certas para descrever os Plaguita é mesmo muito dificil. São certamente, a banda mais imprevisível do circuito, a mais alucinada, a mais provocadora... Sempre que vamos ver um concerto destes rapazes, nunca sabemos o que vamos encontrar! Há sempre algo de novo que nos surpreende.

Os elementos desta banda são eles próprios personagens únicos e inigualáveis na loucura e na ousadia: basta estarmos atentos ás performances fantásticas do Vitó (o vocalista) e do Toni Bracelete/António de Cid (manager/técnico de luzes/cantor/entertainer/stripper entre muitas outras competências e habilidades).

Loucuras e devaneios à parte, os Plaguita são uma banda com 10 anos de existência e que têm um reportório musical que eu muito aprecio e que não ouço em mais nenhuma banda; a sua escolha musical é impecável, alternando entre estilos tão diversos como o Rock (mais ou menos old school), o Punk ou Ska. Podemos ouvir temas (muito pouco óbvios) dos The Cult, Red Hot Chili Peppers, INXS, DAD, Vertical Horizon, Green Day, U2, Sister Hazel, 311, Gabriel o Pensador, Ornatos Violeta, TAXI, entre tantos outros... é uma lista interminável.

Destaco também o tributo a um dos maiores artistas da música ligeira portuguesa - o grande José Cid - com músicas intemporais como "A cabana junto á praia", "Como o macaco gosta de banana" ou "Olinda Cigana".

Se procuram um espectáculo com música e músicos de altíssima qualidade, humor em doses industriais e muitas surpresas, procurem os Plaguita num estabelecimento próximo... Eles andam por aí!

Imperdível!

Atenção também para o projecto de originais os Money MakerS.


Os Plaguita são:
- Vitó - Vox e Entretenimento;
- Pedro Gama "O Engenheiro" - Guitarra e vox;
- Joni - Bateria
- Toni Bracelete - Manager/Vox/Entretenimento


* Fotos retiradas da Internet

sexta-feira, 18 de julho de 2008

"Um Ego do tamanho do mundo"

Tinha de partilhar esta bela crónica do Fernando Alvim sobre o Ego (o nosso e o dos outros). Concordo tanto com estas palavras, que até podia ter sido eu a escrevê-las.


"A culpa é do Ego – digo-vos eu. Não houvesse ego no mundo e metade dos problemas estaria já resolvida. Mas o Ego existe, e alguns há que não são nada fáceis de alimentar. Ou porque necessitam de muito alimento. Ou porque são esquisitos com o que lhe dão. Ou porque a sopa está fria, ou porque tem pouco sal, ou porque hoje não me apetece peixe, ou porque hoje é outra vez peixe, porque só gosto de carne, porque só gosto de peixe, porque só gosto de ti, porque só gosto de mim, porque não consigo gostar de ninguém, porque não consigo que ninguém goste de mim. Porque é muito. Porque é pouco. Porque ninguém olha para mim. Porque não sou a mais bonita, isto é, porque sou a mais bonita mas ainda não sou a mais bonita da escola. Porque sou a mais inteligente. E embora digam que há alguém mais inteligente, eu sei que não há ninguém mais inteligente.

O problema é do Ego – digo-vos eu. Não percam mais tempo. O Ego é o espelho que trazemos cá dentro. E há pessoas que tratam do Ego como quem penteia o cabelo antes de sair, como quem cuida das unhas antes de acontecimento importante. O problema é que há pessoas que passam muito tempo a olhar para o seu Ego, como se estivessem a olhar para um espelho e demoram imenso tempo a descer as escadas quando sabem que as esperamos. O Ego não faz caso disso, ouve a buzina lá em baixo e vai dizendo: “já vai, já vai!”, como quem diz “Ele que espere!”. O Ego é esse carro de mercadorias que de repente para numa rua com muito movimento, á hora de ponta e, não fazendo caso, vai descarregando 150 caixas de fruta (maçã Golden que veio lá de cima) fazendo com que todos desejem que a polícia apareça nessa altura e não aparece “porque isto não vêem eles!”, “porque isto é uma vergonha, é o que é!”

Mas calma lá, o Ego não tem de ser uma coisa má. Não tem. Todos nós temos de ter um Ego do mesmo modo que temos de ter duas orelhas. Só que quando temos Ego a mais isso pode ser prejudicial. Porque não raras vezes ficamos a ouvir mal, como se não tivéssemos as tais orelhas. E logo as duas. Como se só ouvíssemos uma voz, a nossa, o nosso eu, como se só nos interessasse o nosso mundo e assim, sem darmos conta, só falamos em nós como se só o que nós dizemos é que é interessante, como se só o que nós construímos é que é bom, como se só o que nós defendemos é que está do lado certo. E assim, este nós assemelha-se àquelas mães que só falam nos filhos e que pensam erradamente que tudo o que eles fazem, ao olhar dos outros, também tem graça. E não tem. Do mesmo modo que há pessoas que só sabem falar sobre elas e daí dizer que “aquela pessoa tem um Ego do tamanho do mundo”. Ás vezes tanto, tão grande, que o próprio mundo não as suporta".


Fernando Alvim, in METRO, 17 de Julho/08
[www.revista365.com]
* Foto retirada da Internet

quarta-feira, 16 de julho de 2008

"Wake from your slumber"

Pois é... "Wake from your slumber" é o título do mais recente álbum dos meus queridos amigos Instead, acabadinho de fazer e ainda a fumegar... depois de muito tempo a trabalhar arduamente para este acontecimento, eis que a obra conhece a luz do dia...

Fico mesmo contente que eles tenham conseguido. Acompanhei de perto o nascimento deste projecto e o empenho e dedicação com que estes 5 rapazes de Lisboa arregaçaram as mangas e puseram mãos á obra em conquista deste sonho.


Os Instead são uma banda de rock alternativo, que junta 5 músicos absolutamente brilhantes, todos ligados a vários projectos musicais (Hi Five, Become Not, etc) e já com alguns anos de experiência no mundo da música.
Destaco a voz absolutamente genial do João Pedro Guerreiro e o fantástico poder do baterista João Nuno.


Pérolas deste álbum para ouvir com atenção: "Look what you've done", "Under your protection" e "If it makes a difference".


Para quem ainda não conhece sugiro uma visita ao Myspace da banda: www.myspace.com/insteadmusic.
Lá também poderão aceder a mais informações de como adquirir o CD.

Parabéns Amigos! (estou mesmo feliz)

Os Instead são:
- João Pedro Guerreiro - Vox;
- Ricardo Ranito - Baixo;
- Quico Barros -Guitarra;
- Paulo Baeta - Guitarra;
- João Nuno - Bateria.

* Fotos retiradas da Internet

quinta-feira, 10 de julho de 2008

14º SBSR - E mais uma vez Iron Maiden...

Mais um Festival SBSR, mais um concerto dos Iron Maiden (para mim já é o terceiro) e sempre aquela sensação de que estamos perante uma das melhores bandas de Heavy Metal do mundo!

Parece-me que não há nenhum amante de Rock e de Metal que não eleja os Iron Maiden como uma das suas bandas de referência. Para além disso, conseguem reunir várias gerações em torno da sua música, o que é um feito considerável. Afinal, estamos a falar de uns senhores que andam nisto desde 1975, e que deram ao mundo alguns dos maiores hinos da música de todos os tempos.

Tudo o que fazem é intemporal. E isso provou-se mais uma vez ontem. Por entre as cerca de 30 mil pessoas que assistiram ao concerto, a diversidade de estilos, posturas e idades saltava á vista, e chamou-me particularmente a atenção, o grande número de crianças que estavam também a assistir. Eu própria fui acompanhada do meu primo de 8 anos, que delirou com a piroctecnia e obviamente, com as entradas do Eddie!

Quanto ao concerto, mais um regresso ao passado, numa digressão que incide sobre os anos entre 1980 e 1989, uma verdadeira década de ouro para a banda, que inclui temas como "Run to the Hills" (sem dúvida uma das minhas preferidas), "Number of the Beast", "Hallowed by thy name", "The Trooper", "Of the ancient mariner", "Can I play with madness" e o incontornável e maravilhoso "Fear of the dark", entre tantos outros.

O palco apareceu transformado no antigo Egipto, com sarcófagos, murais com hieroglifos e estátuas da Cleópatra e não faltaram as criaturas estranhas e demoníacas e os excelentes momentos pirotécnicos, a que os Iron Maiden já nos habituaram.

Mais um excelente concerto, de uma banda que nunca desilude e que me deixa sempre a pensar qual será o segredo da eterna juventude do Bruce Dickinson, que continua em plena forma e com uma energia inesgotável, ano após ano. Incrível!

Nota de destaque também para os Slayer, banda que eu gosto bastante e que já tinha tido oportunidade de ver ao vivo há dois anos atrás. Os reis do thrash metal activaram definitivamente o mosh pit do festival e juntaram aos temas mais recentes como "Jihad" e "Disciple", os incontornáveis "South Of Heaven", "Rain In Blood" e "War Ensemble". Excelentes, como sempre.


* Fotos retiradas da Internet

terça-feira, 8 de julho de 2008

Super Blog Awards

Amigos (e outros possíveis leitores deste Blog):


Encontram-se abertas as votações para o Super Blog Awards, uma inciativa da Superbock, que pretende premiar os melhores Blogs de Portugal. Tendo eu 3 obras primas blogosféricas inscritas para o prémio, venho por este meio solicitar a vossa preciosa colaboração, através do vosso voto.

É muito fácil: vão ao site da Superbock (www.superbock.pt) e fazem o vosso registo. Depois, é só entrar nos Blog Awards, procurar os ditos blogs e votar, até ao final do mês de Agosto.

Os blogs aqui em questão (os meus evidentemente) são os seguintes:

Categoria Pessoal:
- Espelhos e Máscaras (www.espelhosemascaras.blogspot.com);
- The World in My Eyes (www.world-inmy-eyes.blogspot.com).

Categoria Música:

Conto com a vossa colaboração!

Já agora aproveitem para visitar os Blogs e deixar comentários! Todas as opiniões, sugestões ou críticas serão bem vindas!

TANX A LOT!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Blackcowboy e MGMT

Descobri por acaso estas duas bandas e não consigo deixar de as ouvir. Os Blackcowboy ouvi-os acidentalmente no Myspace e fiquei imediatamente presa á sua música. Originais da Califórnia estes 5 rapazes têm sido comparados a bandas como os Coldplay, Radiohead e The Doves e a sua música é absolutamente deliciosa. O mais recente álbum chama-se "The only time is now" e contém algumas preciosidades, das quais destaco "Come on", "Time" e "Dancing". Completamente viciante!

Os Blackcowboy são:
Jonah Jonhson - Vox e guitarra acústica;
Richard "Pookie" Woods - Teclas;
Sean Curtis - Guitarra;
Jason Weeks - Baixo;
Nick Pavey - Bateria.


Quanto aos MGMT (The management), vi-os na MTV com um vídeo tão alucinado que fiquei estupefacta e não consegui sair de frente do ecrã até acabar! São uma banda nova ioquirna, com uma sonoridade entre a pop, o Indie e a electrónica e cujo álbum de estreia se chama "Oracular Spectacular" e que, certamente vai dar muito que falar! Destaque para as músicas "Electric Feel" e Time to pretend" um tema surpreendente e irresistível, com uma letra onde se dizem coisas como isto: " Forget about our mothers and our friends, we'll choke on our vomit and that will be the end, we were fated to pretend."
Os MGMT têm presença marcada no Festival Oeiras Alive, no dia 10 de Julho.

Os MGMT são:
Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden
*Fotos retiradas da Internet

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Mais uma Festa Grunge@Santiago Alquimista

É já na próxima 6ª feira, dia 4 de Julho, que se vai realizar mais uma Festa Grunge, no Santiago Alquimista. Desta vez, o Projecto Marginal decidiu convidar os Dollar LLama para abrir em grande a noite, com mais um concerto rock a não perder.


Já falei várias vezes dos Dollar LLama neste Blog, são na minha opinião uma das novas bandas nacionais com maior qualidade e potencial. Se tivessem nascido nos Estados Unidos, certamente já teriam a sua carreira lançada. As suas actuações ao vivo são sempre poderosas e surpreendentes, por isso, se são amantes de rock de qualidade e se ainda não conhecem, sugiro que visitem o myspace da banda: www.myspace.com/dollarllama
e se possivel, que dêem um salto até ao Santiago Alquimista para ver in loco, o excelente trabalho destes rapazes.

Para além dos Dollar LLama, estarão também presentes, o DJ Cantrell e a VJ Marta Machado, que nos vão dar rock até ás tantas, um pouco a fazer lembrar as noites do Rockline ou do Até Q'uenfim!

Parece-me uma bela sugestão para o fim-de-semana!
Até lá!

ROCK ON!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Especialmente para as fãs dos Metallica...

Encontrei, por acaso, numa pesquisa pela net, um belo site dedicado ao Sr. James Hetfield, vocalista dessa banda gigante chamada Metallica. O site, foi feito por um grupo de mulheres, fãs da banda e obviamente do próprio James.

Achei o site muito interessante, porque põe em evidência o lado mais sensual do James Hetfield (que nós mulheres que gostam dos Metallica nunca ignorámos), com fotografias extraordinárias, de várias épocas e fases dos Metallica. O site partilha também um pouco a história e o percurso musical e pessoal do James.
Obviamente, que todos os elementos da banda merecem um site deste género...apesar de eu pessoalmente gostar particularmente do Rob Trujillo (confesso que tenho um fraco por homens de cabelos compridos!)
É que o Rock assenta-lhes mesmo bem!

Gostei. Gostei tanto, que não podia deixar de fazer este post. Deixo aqui apenas dois exemplos do que se pode ver neste site: http://www.sexyjameshetfield.com/


Ladies, let's keep on rockin'!






sexta-feira, 27 de junho de 2008

Telerural

Divirto-me sempre muito a ouvir estes senhores com as notícias de Curral de Moinas... Só rir!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

"A Saga - Ópera Extravagante"

No seguimento do post anterior, venho agora falar com conhecimento de causa do grande acontecimento cultural que é "A Saga - Ópera Extravagante", depois de ter lá estado ao vivo e a cores, no passado sábado.
De facto, vale mesmo a pena assistir a este espectáculo. É em tudo inovador, emocionante e grandioso... nunca tinha visto nada do género.

Trata-se de uma produção do Teatro "O Bando", com base em dois contos de Sophia de Mello Breyner Andresen: "O Silêncio" e "A Saga", e também com adaptações de vários poemas desta autora. A composição está a cargo de Jorge Salgueiro e a encenação é de João Brites.

A ideia de aglutinar num só espectáculo vários estilos e influências musicais, com a participação de 50 músicos da Banda da Armada, de cantores líricos (Filipa Lopes, Inês Madeira, João Sebastião, Rossano Ghira e Sara Bello), cantores populares (Francisco Fanhais e Cristina Ribeiro) e cantores Heavy/Rock (Fernando Ribeiro ou Rui Sidónio) é absolutamente brilhante, e torna este espectáculo perfeito. Participam também actores e bailarinos.

Tem também claramente a seu favor, desenrolar-se no cenário mágico dos claustros dos Mosteiros dos Jerónimos, acompanhando o pôr-do-sol e entrando na noite, dando-lhe um sabor um tanto ou quanto sobrenatural e que lhe acrescenta muito mais encanto.
Muito interessante e surpreendente a participação do Fernando Ribeiro, que encaixa perfeitamente no todo e é, sem dúvida, fundamental para a beleza do espectáculo. Eu conheço o Fernando há alguns anos e sabia, mesmo antes de ver o espectáculo, que este seria um desafio que ele agarraria com unhas e dentes, como aliás sempre tem feito em todos os momentos da sua vida. E de facto, não me enganei. Mais um resultado brilhante.

Em suma, e porque não há palavras suficientes para descrever tanta emoção, sugiro que vão até ao Mosteiro dos Jerónimos, assitir "A Saga - Ópera Extravagante". Certamente não se irão arrepender.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A não perder...


"A SAGA – ópera extravagante é um mega-evento estival com encenação de João Brites, que terá lugar no Museu de Marinha (convidando também à redescoberta do amplo pátio interior do Museu, nas alas Poente e Norte do Mosteiro dos Jerónimos) entre 19 de Junho e 13 de Julho de 2008. Característica singular de outros espectáculos deste grupo, a SAGA – ópera extravagante apresenta uma viagem pelas linguagens artísticas do teatro e da música, da dança e da poesia (estando a legendagem integrada dinamicamente na construção cénica).

A SAGA – ópera extravagante é uma ópera inédita com composição musical de Jorge Salgueiro que envolve cerca de 60 músicos (sendo a grande maioria pertencente à Banda da Armada) e várias vozes muito distintas, cruzando cantores líricos (como Filipa Lopes, Inês Madeira e João Sebastião) com intérpretes ligados aos universos da música popular (como Francisco Fanhais) ou até mesmo do heavy/rock (como Fernando Ribeiro ou Rui Sidónio, vocalistas dos Moonspell e Bizarra Locomotiva, respectivamente).”

Texto SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
Dramaturgia e Encenação JOÃO BRITES
Composição Musical JORGE SALGUEIRO
Espaço Cénico JOÃO BRITES e RUI FRANCISCO
Oralidade TERESA LIMA
Corporalidade ALDARA BIZARRO
Figurinos VERA CASTRO
Adereços CLARA BENTO
Maestro CARLOS DA SILVA RIBEIRO e DÉLIO GONÇALVES
Orquestra BANDA DA ARMADA PORTUGUESA
Actores ANA BRANDÃO
Cantores FILIPA LOPES, INÊS MADEIRA, JOÃO SEBASTIÃO, ROSSANO GHIRA e SARA BELO (cantores líricos); FRANCISCO FANHAIS e CRISTINA RIBEIRO (cantores populares); FERNANDO RIBEIRO ou RUI SIDÓNIO (cantores heavy/rock)
Bailarinos PEDRO RAMOS e SANDRA ROSADO
Criação TEATRO O BANDOCo-produção MARINHA

Mais informação: www.obando.pt


* Imagem e informação retiradas da Internet

segunda-feira, 16 de junho de 2008

RCA@Almirante Bar

Depois de muitos meses (muitos mesmo), consegui finalmente, rever uma das minhas bandas de covers favoritas: Os RCA (Real Companhia dos Animais). Foi na passada 6ª feira, no Almirante Bar, em Loures.

Quem conhece esta banda, sabe que se trata de um colectivo asolutamente poderoso, que tem como figuras de destaque os irmãos Rui e Sérgio Duarte (o primeiro é vocalista dos RAMP, o segundo foi vocalista da mítica banda Sérgio e os Animais), onde o Rock e o Heavy Metal têm presença assegurada. Por isso, quando me apercebi que ia ser apresentado um outro formato de RCA, fiquei um pouco desapontada. É o formato, designado pelos próprios de RCA Light, situado entre o acústico e o eléctrico.

Para quem, como eu, viu vezes sem conta, concertos dos RCA no saudoso Até Q'uenfim (ainda com o inimitável Marte Ciro na bateria), encontrar um fomato light é, sem dúvida, uma surpresa.

Mas depois da apreensão inicial, tenho de dizer que foi um excelente concerto, como aliás esta banda sempre me habituou. Ou não estivesse eu a falar de músicos de altíssima qualidade. Reinterpretações brilhantes de "Even Flow" dos Pearl Jam, "Aerials" dos System of a Down, "Would?" dos Alice in Chains, e até (por esta é que eu não esperava) "You're the voice" de Jonh Farnham. Claro que não podia faltar a célebre música "Pitas" que faz sempre as delícias do público.

Nota de destaque para o Sérgio Duarte, que estava com um humor absolutamente imparável nessa noite, talvez inspirado pelo nascimento da filha no dia anterior!

Apesar de ter sido light, deu para matar as saudades, apesar de continuar a achar que o Até Q'uenfim faz imensa falta á noite lisboeta!

Os RCA são:
Rui Duarte - Vox;
Sérgio Duarte - Baixo e Vox;
Ricardo Mendonça - Guitarra;
Nuno Moleiro - Bateria.

* Foto retirada da Internet

sexta-feira, 13 de junho de 2008

E viva o Euro 2008!

Perdoem-me a minha ignorância, mas não consigo perceber porque é que cada vez que há um campeonato de futebol, não se consegue falar em mais nada e todo o país pára (literalmente) em frente a qualquer televisor disponível para ver jogos de futebol de forma aleatória (nem precisa de ser a nossa selecção a jogar).


É que a alienação em que o povo entra durante o mês que dura o Euro, é algo inexplicável. O país anda ás avessas, o preço da gasolina sobe quase todos os dias, e consequentemente tudo o resto a acompanha, fazem-se greves sucessivas, bloqueios de camionistas, os supermercados ficam sem produtos nas prateleiras (tal e qual um cenário de guerra), o desemprego atinge níveis históricos e temos 18% da população portuguesa a viver no limiar da pobreza e a recorrer ao Banco alimentar contra fome, mas isso não interessa nada... porque temos o Euro 2008!

Temos o Euro 2008, e toda a gente enfeita as janelas das casas e dos carros com a bandeira nacional (abençoado seja o Sr. Scolari por ter tido esta ideia pioneira e maravilhosa), e toda a gente sai mais cedo do emprego para ver os jogos da selecção, (e depois há queixas sobre os níveis de produtividade do país) e toda a gente se veste de verde e vermelho e vem gritar para rua a plenos pulmões as vitórias (e vai toda a gente para o Marquês de Pombal, que é outro mistério insondável para mim) e o país está mesmo feliz com a possibilidade de ser campeão da Europa. E toda a gente dá palpites sobre o golo do Cristiano Ronaldo e do Pepe (mesmo quando não percebe patavina de futebol), e temos todos muito orgulho de ser portugueses.

Desculpem, mas não consigo perceber. Não tenho nada contra quem gosta de futebol, mas acho que há um limite para tudo. Já na Roma antiga se dizia que "Ao povo, pão e circo". Nada podia ser mais actual, só que aqui no nosso pequeno país á beira mar plantado, temos cada vez menos pão e cada vez mais circo!

Mas não faz mal...porque temos o Euro 2008!

* Imagem retirada da Internet

segunda-feira, 9 de junho de 2008

E finalmente... O Dia M

Depois de muitos meses de espera, eis que chega finalmente o dia 5 de Junho, o quarto do Festival Rock in Rio Lisboa, O Dia M - de Metal, Moonspell e Metallica!

Entrei no recinto pouco depois das 16.00H e já se podia sentir aquela energia especial, aquela vibração que antecede os grandes concertos!
Fui encontrando os amigos ao longo da tarde e, todos juntos, esperámos ansiosamente pelo primeiro concerto do dia - o concerto de Moonspell.

E, tal como eu já esperava, foi brutal! Apesar de ter sido em plena luz do dia, foi um grande concerto. Estes rapazes nunca desiludem os fãs. Tempo de fazer as apresentações do novo álbum "Night Eternal", mas também de revisitar grandes temas como "Opium", Full Moon Madness", "Nocturna", "Mephisto", "Everything Invaded" e "Alma Mater", que já todos sabem de cor. Nota para a bela contribuição feminina dada pelas Crystal Mountain Singers.
Parece-me claro que já ninguém pode ter dúvidas sobre a importância dos Moonspell para o Heavy Metal em Portugal e para a música portuguesa em geral.
Simplesmente genial!
Parabéns rapazes! Todos os dias me orgulho de vocês!

Seguiram-se os Apocalyptica. Nunca os tinha visto ao vivo e confesso que gostei. É um conceito um pouco diferente do habitual e que tem por base um instrumento que é absolutamente extraordinário e que aprecio bastante: o violoncelo. Acho que foi um bom concerto, apesar de talvez um pouco desenquadrado das restantes bandas.

Os Machine Head foram também uma bela surpresa. É uma banda poderossíssima ao vivo, com uma energia fora do comum e com um belo trabalho de interacção com o público.
Certamente uma experiência a repetir no futuro.


E por fim... Os mestres! Tenho alguma dificuldade em encontrar as palavras certas para falar sobre o concerto de Metallica.
O ambiente que se vivia minutos antes do concerto começar era incrível... toda a gente agitada, ansiosa, excitada! Uma energia indescritível!
E o concerto foi genial, como sempre. Como se espera de uma banda com um talento e Alma gigantes como são os Metallica.

Tal como no ano passado, um desfile de êxitos, revisitando uma carreira brilhante e já longa, em temas como "Master of Puppets", "Devils Dance", Sad but True", Enter Sandman", "One", "Seek and destroy" (que ecoou em uníssono no Parque da Bela Vista, uma sensação única), entre tantos outros.

Mais um concerto de Metallica para ficara para a (minha) história e a promessa de uma nova Tour já com o novo álbum que vai sair em Setembro. Eu já mal posso esperar!

HELL YEAH!!!!!!

* Fotos retiradas da Internet